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domingo, 6 de agosto de 2017

Emilie de Ravin

Os australianos tem ganhado destaque no blog! Embora eu estude inglês, não consigo muito diferenciar sotaques nos filmes. Confesso que não sei como é o sotaque australiano, mas quando algum ator bonito me chama a atenção, lá vou eu procurar no Google e tinha a surpresa: é australiano! Digo que TINHA surpresa, agora já sei que isso é mais comum do que se possa imaginar. Há muitos atores da Oceania em Hollywood.



Eu estava assistindo um filme chamado Viagem Maldita e uma moça loira me chamou a atenção. Linda de morrer, ela se parece uma princesa de contos de fadas. Eu não assisti a série Lost e nem tenho vontade de assistir, mas pelo o que fiquei sabendo ela participou.
A australiana nascida em 1981, veio de uma pequena cidade de Mount Eliza, no estado de Victória, Austrália. Viveu grande parte da sua infância e adolescência na sua terra natal, onde frequentou o colégio Toorak e começou a praticar ballet. Determinada a seguir o sonho da dança, candidatou-se aos quinze anos a uma das mais prestigiadas escolas de ballet da Austrália, a Australian Ballet Company. Apesar de aceita, acabou por desistir de frequentar esta academia um ano depois do ingresso.


Resolveu então dedicar-se ao estudo da representação, frequentando um pequeno curso de seis semanas, no Campus na cidade de Melbourne e o instituto nacional de artes dramáticas da Austrália. Em 2000, Emilie partiu para os EUA decidida a dar o seu melhor no concorrido mundo do cinema e da representação.


Após três anos de namoro com o ator Josh Janowicz, ele a pediu em casamento no final de 2005. O casal conheceu-se em Los Angeles algum tempo depois da chegada de Emilie à cidade. Em 2006 contraíam o matrimónio na cidade de Melbourne. Seis meses mais tarde, a imprensa publicou as primeiras notícias sobre a sua separação. Em Junho de 2009, após três anos de incerteza e supostas tentativas de reatamento, Emilie e Josh apresentaram os papéis para o divórcio. No entanto, em outubro daquele mesmo ano, o divórcio foi cancelado. Atualmente é casada com o cineasta Eric Bilitch com quem teve sua filha Vera Audrey de Ravin-Bilitch.


Ela foi incluída na lista de Hot 100 da Maxmen três vezes: em 2005 no 47ª, no ano seguinte em 65ª e em 2008 no 68ª.


A atriz, embora não tenha papeis de nudez e não possui um estilo de mulher sexy, ela é sim naturalmente sensual, sem precisar de usar decotes e ter seios enormes. O rosto, embora angelical é sim sexy. Vi algumas fotos em que ela está com cabelo escuro por conta de personagens e confesso que não gostei muito. Acho que um dia criarei uma postagem com atrizes com cabelos loiros, escuros e (ou ruivos).

Está aí mais uma mulher na categoria de perfeitos.    


















                                             

terça-feira, 28 de julho de 2015

Uma cena de parto, A Muralha, Isabel

Oi pessoal!



Eu admito que não sou a maior fã do Brasil e muito menos da cultura nacional. No entanto eu assistia as mini séries que a Globo fazia nos anos 90 e 2000 e gostava muito. De vez em quando dou uma olhada nelas no youtube. A Muralha e a Casa das 7 mulheres são as que mais gosto. Estão acontecendo estímulos para melhorar o cinema brasileiro, essas séries tem muita coisa que poderia ter sido melhor. Mesmo assim A Muralha foi uma série muito boa.


A personagem que mais gostava era a Isabel, interpretada pela linda Alessandra Negrini. Com certeza ela vai ganhar uma postagem só sobre ela e também da personagem Isabel. Essa manhã eu estava vendo a cena onde ela ganha bebê numa canoa e resolve abandonar o filho por lá. 

Uma coisa interessante é que a Isabel se considerava um bicho. Ela não se considerava nem mulher e nem homem, e sim um bicho. Então para fazer esse paralelo ela come o cordão umbilical que nem os animais fazem. 

A música, o cenário, a atriz e a canoa deixaram tudo tão lindo. Aquela cena me fez pensar: “nossa, isso é tão, tão, tão ... como poderia dizer? Brasilidade!”... Eu não gosto da cultura nacional, mas por incrível que pareça eu achei aquilo lindo. Uma das poucas vezes que vejo algo de “brasilidade” que me encantou. Me lembrou algo indígena. No youtube, o parto começa no capítulo 33.





Infelizmente a televisão brasileira na época deixou muito a desejar em certas imagens desse parto. Em um momento onde ela levanta seu abdome a barriga está totalmente falsa. Outra parte que ficou feia foi um close que eles dão nela de frente com as pernas abertas parindo o filho na canoa. Isso ficou feio. Algo que tinha tudo para ser perfeito ficou falhado por isso. Logo depois ela abandona o filho na canoa e a Beatriz, interpretada pela Leandra Leal pega a criança e fala algo como: “que absurdo você tentar matar o seu filho”. Assim, Beatriz salva a criança. Depois que ela e o índio se afastam, Isabel fala: “eu não quero que ele sofra que nem eu”.