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um pouco dessa utopia

terça-feira, 28 de julho de 2015

Uma cena de parto, A Muralha, Isabel

Oi pessoal!



Eu admito que não sou a maior fã do Brasil e muito menos da cultura nacional. No entanto eu assistia as mini séries que a Globo fazia nos anos 90 e 2000 e gostava muito. De vez em quando dou uma olhada nelas no youtube. A Muralha e a Casa das 7 mulheres são as que mais gosto. Estão acontecendo estímulos para melhorar o cinema brasileiro, essas séries tem muita coisa que poderia ter sido melhor. Mesmo assim A Muralha foi uma série muito boa.


A personagem que mais gostava era a Isabel, interpretada pela linda Alessandra Negrini. Com certeza ela vai ganhar uma postagem só sobre ela e também da personagem Isabel. Essa manhã eu estava vendo a cena onde ela ganha bebê numa canoa e resolve abandonar o filho por lá. 

Uma coisa interessante é que a Isabel se considerava um bicho. Ela não se considerava nem mulher e nem homem, e sim um bicho. Então para fazer esse paralelo ela come o cordão umbilical que nem os animais fazem. 

A música, o cenário, a atriz e a canoa deixaram tudo tão lindo. Aquela cena me fez pensar: “nossa, isso é tão, tão, tão ... como poderia dizer? Brasilidade!”... Eu não gosto da cultura nacional, mas por incrível que pareça eu achei aquilo lindo. Uma das poucas vezes que vejo algo de “brasilidade” que me encantou. Me lembrou algo indígena. No youtube, o parto começa no capítulo 33.





Infelizmente a televisão brasileira na época deixou muito a desejar em certas imagens desse parto. Em um momento onde ela levanta seu abdome a barriga está totalmente falsa. Outra parte que ficou feia foi um close que eles dão nela de frente com as pernas abertas parindo o filho na canoa. Isso ficou feio. Algo que tinha tudo para ser perfeito ficou falhado por isso. Logo depois ela abandona o filho na canoa e a Beatriz, interpretada pela Leandra Leal pega a criança e fala algo como: “que absurdo você tentar matar o seu filho”. Assim, Beatriz salva a criança. Depois que ela e o índio se afastam, Isabel fala: “eu não quero que ele sofra que nem eu”.















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